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28 de mai de 2011

Restart no Sonora

Em bate-papo com Lorena Calábria durante sua apresentação no palco do Sonora Live, nesta quinta-feira (26) os integrantes da banda Restart comentaram sobre a biografia lançada recentemente, Restart Almanaque. "O livro é como se fosse um primeiro capítulo, tanto que no final são reticências. A gente só quis contar para a galera como foi nosso começo, dos tempos de colégio. Aconteceu muita coisa. A gente já passou por vários perrengues na estrada, igual a muitas bandas que estão aí há muito tempo", disse o vocalista Pe Lanza. 


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Antes de apresentar a música Vou Cantar, eles falaram também sobre o início da carreira, há três anos. "Tudo para a gente aconteceu muito cedo. A primeira vez que a gente se apresentou, nós tínhamos 12 anos, quando começou o nosso interesse por música", afirmou.

Como eram muitos novos, Pe Lanza contou que para tocar em muitos locais e para viajar, tinham que pedir aos pais que assinassem uma autorização para conceder ao produtor da banda total responsabilidade sobre eles. "Minha mãe fala mais com meu produtor do que comigo", disse Pe Lanza, entre risos.

Os rapazes passaram boa parte do tempo falando de suas influências musicais. Pe Lanza contou que na infância roubava de seu pai CDs do Pink Floyd, Aerosmith e Led Zeppelin. Mas não é só rock o ritmo que tem composto o Restart. "Eu tenho ouvido os sertanejos diferentes de hoje em dia. Um pouco de country music", contou o baterista Thomas, enquanto seus colegas faziam uma palhinha de Amo Noite e Dia, de Jorge e Matheus.

Além de seus maiores sucessos, como Levo Comigo e a inédita Meu Mundo, os rapazes apresentaram um potpourri de Dancin Days, das Frenéticas e Não Quero Dinheiro, do Tim Maia.

Filme
Além de CDs e livro, o grupo contou sobre o longa-metragem sobre o Restart, feito em parceria com a Paranoid Filmes, produtora do cineasta Heitor Dhalia. "Por enquanto, temos um mês reservado (para as gravações), mas a gente não sabe quanto tempo vai durar. Um longa-metragem exige muito empenho", contou Pe Lanza.

"Vai ser bem puxado. A gente vai gravar de segunda à sexta e vai fazer show de sábado e domingo", acrescentou Koba.

De acordo com a banda, as gravações começam em agosto, e o filme está previsto para o verão de 2012. "Isso se o mundo não acabar, né?", brincou Pe Lanza, entre risos.

Polêmicas
O baterista Thomas comentou também a sua declaração sobre o Amazonas, feita em uma reportagem para o Vídeo Show que se espalhou pelas redes sociais e virou polêmica. Na ocasião, Thomas disse que tinha como sonho tocar no Estado. "Imagina, tocar no meio do mato, não sei nem como é o público de lá. Não sei nem se tem gente civilizada, civilização". Depois disso, o show da banda em Manaus foi cancelado, tamanha a quantidade de mensagens negativas ao músico no Twitter.

"Nesse caso, eu me equivoquei mesmo. Falei besteira. Todo mundo aqui me conhece e sabe como eu não faria uma coisa dessas. Todo mundo sabe que eu sou muito alegre, muito feliz, que eu nem poderia falar mal de uma cidade que eu nem conheço".

Em defesa do colega, Pe Lu afirmou que o fato de serem famosos não os exime de cometer erros. "As pessoas têm que lembrar que nao é porque estamos na mídia que não temos o direito de errar".

Eles também aproveitaram o espaço para responder às recentes acusações de que cobravam pela entrada dos fãs no camarim. "Na verdade, temos um kit. No kit tem camiseta, o novo disco, postais e o direito a uma foto. O kit é montado por vários produtos. Você não paga para ter um sorriso", afirmou Pe Lanza, tocando no nome de Tico Santa Cruz, que, no mês passado, chamou os rapazes de "oportunistas" por isso. 

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